quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A CONTRIBUIÇÃO DAS PROFESSORAS ERICINA BANDEIRA FERNANDES, MARTA BEZERRA CUNHA E LUIZA BANDEIRA DO NASCIMENTO NA EDUCAÇÃO E NA CULTURA DAS CIDADES DE LAJES, CAIÇARA DO RIO DOS VENTOS E PEDRA PRETA DE 1932 A 1974

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Pedimos licença ao Professor Luiz Gonzaga Cunha para publicarmos parte de sua brilhante pesquisa história sobre as figuras pioneiras da educação em nossa região, que são as professoras Ericina Bandeira, Marta Bezerra e Luiza Bandeira. A pesquisa está publicada no blog: http://lagesantiga.blogspot.com. Parabéns Professor pela contribuição impar no resgate de nossa história.

INTRODUÇÃO

Tratamos aqui de escriturar um pouco da história de três mulheres que principalmente nos primeiros cinqüenta anos do século XX, foram responsáveis pela educação, pelo ensino e saberes nas cidades de Caiçara do Rio dos Ventos; Pedra Preta e Lages (Itaretama), ensinando às crianças, adolescentes e aos adultos ler, escrever, contar, somar, dividir, subtrair e também a votar, nas escolas públicas municipais e estaduais, chamadas nessa época de Escolas Isoladas de Lajes, Caiçara, Pedra Preta e Nova Olinda.
As Escolas Isoladas, no Brasil, foram herdadas do oitocentos, onde eram multi seriadas e a educação familiar e doméstica foram mantidas como presença incômodas com a chegada dos grupos escolares, entretanto, no Rio grande do Norte, as escolas isoladas foram providenciais, sendo funcionais e majoritárias em várias localidades do país. Podemos dizer que nas escolas isoladas houve um combate contra o analfabetismo e que era um combate cívico.
Em sendo assim, mesmo com a chegada dos grupos escolares, as escolas isoladas permaneceram até a década de 70 desaparecendo com a aposentadoria de seus professores dirigentes ou sendo agasalhadas aos grupos escolares.
Do ponto de vista histórico, no Brasil, os grupos escolares foram criados no Estado de São Paulo. Em 1893, através de uma proposta de reunião de escolas isoladas segundo a proximidade entre elas, estes grupos escolares foram pioneiros e responsáveis por uma nova estratégia de sistematização escolar no início da República,, onde reunia as principais características de escola graduada, ou melhor, um paradigma do final do século XIX que já vinha ocorrendo em diversos países da Europa e na nação americana, possibilitando assim a popularização da educação.
Saviani (2004) ensina que no caso brasileiro, os grupos escolares constituíram um fenômeno tipicamente urbano, já que no meio rural predominavam as escolas isoladas. Na nossa experiência, os grupos escolares foram escolas eficientes e sistematizadas para seleção e formação das elites, ficando conhecidos como escolas graduadas, já que possuíam turmas seriadas, chegando até ao sexto ano em alguns casos.
A ideia de implementação dos grupos escolares difundiu-se para o restante do Brasil, fazendo parte de uma política de diversos presidentes e governadores de Estados, sendo o modelo paulista implantado no Rio de Janeiro em 1897, no Pará em 1899, no Paraná em 1903, em Minas Gerais em 1906, no rio Grande do Norte e no Espírito Santo em 1908, na Paraíba em 1916 e no Piauí em 1920. Mesmo assim, as escolas isoladas tiveram a sua continuidade no século XX como escolas satélites, sendo criadas também para fabricar os eleitores conforme as necessidades dos currais eleitorais.
Prevaleceu na cidade de Lajes, Caiçara e Pedra Preta, que eram distritos e vilas pertencentes à Lajes, dois tipos de estabelecimentos de ensino. No meio urbano o grupo escolar, que possuía cinco ou mais turmas de alunos, e as escolas isoladas, que possuíam uma só turma de alunos, sob a responsabilidade de um só docente, este não foi o caso de nossas escolas isoladas (a escoa Isolada de Lajes; a escola Isolada 15 de Novembro, situada em Lajes, na zona urbana; a escola Isolada de Pedra Preta e Caiçara, situada nas vilas de Caiçara e Pedra Preta; e a escola isolada de Nova Olinda, na zona rural de Lajes), que chegavam a ter em um só horário três turmas de alunos concomitantemente.

2. O elo de união e a vocação para professora: Dona Ericina, Dona Lola e Dona Marta
Expomos em primeiro lugar o que une estas três professoras (Ericina Bandeira Fernandes, Luiza Bandeira do Nascimento, chamada carinhosamente de Lola e Marta Bezerra de Medeiros,( nascida Bezerra da Cunha) no início do século vinte. Primeiro, todas três são filhas de Dona Maria Rosa Bandeira de Melo e de Seu Manoel Lourenço, as três nascidas na cidade de Jardim de Angicos, que no final do século dezenove até a década de vinte era uma das cidades  mais desenvolvida da região Centro Oeste.
A professora Ericina Bandeira Fernandes, a professora Luiza Bandeira do Nascimento eram filhas legítimas de Maria Rosa Bandeira de Melo e seu Manoel Lourenço, enquanto Marta Bezerra de Medeiros foi adotada por este casal após o falecimento de sua mãe na cidade de Jardim de Angicos, vítima de infecção puerperal. Nesse sentido foi uma criança recepcionada tanto pela mãe adotiva como por seus filhos Luiza, Ericina, Luiza Amélia e Francisco pelas ligações do coração, pois perdera a mãe legitima e seu pai o senhor Manoel Bezerra da Cunha casara pela segunda vez e fora residir em Picos Preto (Lajes) em 1916.
Conforme Bezerra (1997, p. 273)
“Em 1917, a criança Marta foi acometida de poliomielite, ficando com sequelas no membro inferior direito. Aos nove anos inicia o curso primário menor na cidade de Lajes, que inaugura o Grupo Escolas Pedro II (...) Em 1931, diploma-se na primeira turma do tradicional Pedro II, após os exames do sexto ano, recebendo como prêmio da direção da escola o livro Vitória Pela Cruz. Nesta época as cadeiras do curso complementar eram: Leitura e língua materna, Arithmetica e desenho geométrico, geografhia e história, educação cívica e exercícios, e as aulas tinham início às sete horas e o término às doze horas.”
O curso elementar e complementar era seriado e os alunos ainda tinham a disciplina da prática de calistenica e as meninas trabalhos manuais, com grandes exposições realizadas nos finais dos períodos, recebiam uma formação rigorosa com eticidade, moralidade e racionalidade.
Em 1931 Marta Bezerra de Medeiros, conhecida como Marta Bandeira da Cunha, por ser filha adotiva de Maria Rosa Bandeira de Melo, conclui o curso complementar misto no então grupo escolar Pedro II de Lajes, onde teve a oportunidade de estudar com o professor Francisco Leite de Carvalho ;a professora Laura Santos : a professora Ernestina Moura todos diplomados pela escola normal e o professor Francisco Leite de Carvalho com formação superior.
Marta recebeu uma formação ,uma educação   bem positivista, fundamentado na prática de armazenar na memória textos dos livros, que ela chamava de “ponto” e que era sabatinada pelos docentes. Os dois últimos anos do ensino eram denominados de complementar (o 5º e o 6º ano) estudando caligrafia, geometria, história do Brasil (fatos históricos, datas, heróis e valores), educação moral e civismo, geografia do Brasil e do mundo através de estudos do atlas geográfico, português, matemática, ciências naturais (física, química e biologia) e o ensino da calistenica para fortalecer o corpo e o espírito.
O Grupo Escolar de Lajes (Grupo Escolar Pedro II) era um edifício de arquitetura eclética, bem ao gosto das burguesias e pequenas burguesias do século XX, salas amplas, janelas enormes, boa ventilação, salão para a diretoria e banheiros, pátio interno para a calistenica e professores diplomados dentro da política da educação que foi objetivada a partir de 1906 no Rio Grande do Norte. Com relação aos grupos escolares, tinham como parâmetro a escola urbana moderna e complexa, foram construídos em diversas cidades e em diferentes Estado do país em edifício especialmente construídos para abriga-los, adotando de forma equivalente, como foi a experiência da capital paulista, uma arquitetura monumental, edificante e ecleticista, colocando assim, o curso primário a altura de suas finalidades ideológicas, políticas, sociais, servindo para propagar o regime Republicano, com seus signos, ritos, heróis. Além da majestosidade dos edifícios escolares (o Grupo Escolar Pedro II é um belo e grandioso edifício), a organização administrativa, isto é, sua tecno-burocracia, e didático-pedagógica desses estabelecimentos de ensino, foram considerados pelos reformadores como superiores ao das escolas unitárias (escolas isoladas), o que lhes conferia visibilidade pública e dava prestígio social, visto que na república dos bestializados, obter um certificado do ensino primário de seis anos era de fato obter poder saber numa população de analfabetos
Quem estudava no grupo? Os filhos das famílias proprietárias de terras, comerciantes e das famílias ligadas por vínculos de compadrio, pois os livros eram caros, difíceis, raríssimos.
Marta escrevia seu nome anexando  a ele o nome de sua mãe adotiva. Era Cunha por ser filha do fazendeiro Manoel Bezerra da Cunha  e Bandeira como suas irmãs adotivas Ericina e Lola (Luiza Bandeira do Nascimento) por ter sido acolhida e amada por sua mae adotiva Maria Rosa Bandeira de Melo ,uma mulher sabia ,autoritária e  influente com  grandes amizades  na politica local de Jardim e Lajes.
Ao terminar o curso o destino seria residir em Natal e continuar os estudos para ser professora diplomada junto com as colegas filhos de sua madrinha Nenen (esposa de Francisco Leandro), só que esta madrinha falece e Marta impossibilitada de vir para a capital fica em Lajes.
Suas irmãs Ericina Bandeira e Luiza Bandeira, apesar de não terem tido a oportunidade de estudar o curso complementar pois possuíam apenas o ensino elementar de imediato Ericina foi nomeada professora leiga e teve a nobre tarefa de levar as luzes do saber ao distrito de Caiçara do Rio dos Ventos, esta nomeação foi articulada através do compadrio e da amizade entre Maria Rosa Bandeira de Melo, Alsira Teixeira de Vasconcelos (primeira prefeita do Brasil) e Joana Fernandes que era filha de um grande proprietário de terras de Caiçara (os Fernandes da Câmara).
Mesmo sem a formação docente as moças eram nomeadas professoras primarias no sentido de fabricar   os eleitores e sem perceberem  para formar os currais  eleitorais   dos chefes políticos locais e regionais em plena republica  do café com leite
Marta Bandeira Cunha é nomeada em 1932 como professora primária na primeira Escola isolada de Lajes na fazenda Picos Preto. O desejo de Marta Bandeira Cunha era o de levar o saber que aprendera aos seus irmãos que na época eram sete, todos analfabetos, e aos moradores (camponeses) e também ajudar financeiramente sua mãe adotiva e ficar independente economicamente, mas o interesse em nomea-la pelo prefeito Ubaldino Batista era o de preparar os filhos dos proprietários rurais de Lajes como eleitores, isto é, pelos pequenos proprietários, agricultores, camponeses de uma cidade, Lajes, que mal acabará de ser construída politicamente.
Desse modo a escola Isolada de Nova Olinda, situada no distrito do Pico Preto foi o estágio professoral de Marta, sendo nesta escola que ela exercitou as praticas pedagógicas aprendidos com os mestres e pôde molda-los e aprofunda-los para que, a partir de 1944 até sua aposentadoria, em 2 de outubro de 1973, pudesse gozar do status social de melhor professora primária de sua região, respeitada por políticos, comerciantes, profissionais liberais (médicos, engenheiros) proprietários rurais, ricos e pobres do seu tempo que a procuravam para que fosse professora de seus filhos, tanto na Escola Isolada de Lajes como na escola particular que funcionou até 1986, já na cidade de Natal.
A escola de Picos Preto era um salão feito de taipa com mesas enormes de madeira e bancos, a professora ficava no comando na cabeceira da mesa e o ensino era ministrado de modo repetitivo e pontual, com grande ênfase na caligrafia e nas operações fundamentais e na leitura.
Sua outra irmã Luiza Bandeira do Nascimento por influência da política ainda ligada as famílias de Jardim de Anjicos, foi nomeada professora para a Escola Isolada 15 de novembro (Escola Estadual que foi encampada pelo Grupo Escolar Pedro II em 1968), era a escola de Dona Lola que preparava as crianças para o grupo, pois ensinava apenas os primeiros dois anos. Dona Lola era uma professora bem autocrática tornou-se solteirona e dedicada apenas à cátedra, ensinando aos alunos a cartilha do abc e a tabuada, a prática da leitura e da escrita, a caligrafia, a decorar pontos, isto é, o exercício de fixação, a repetição e a decoração e os hinos da Independencia, o Hino Nacional, o amor a pátria, à família. Seu ensino era rígido e ainda fazia uso de palmatória, o salão de aula era amplo, com com duas grandes portas voltadas para a rua, com mesas e bancos, posteriormente vieram as carteiras para dois  alunos, quadro negro e giz, sua formação como professora era a elementar, Dona Lola ,ficara solteirona  e também exercia a profissão de catequista da paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Lajes sendo filha de Maria.
Era dona Lola uma professora respeitada, rígida, exigente, os alunos tinham medo devido o uso da palmatória. Foi aposentada por invalidez por ter ficado cega (devido à catarata), e logo após cirurgia, em dezembro de1969 veio a falecer em Natal.
As três professoras começam a compartilhar as experiências, Marta ensinava sempre as irmãs e colegas de cátedra as burocracias das cadernetas, livros, estatística, merendas, novos saberes e conhecimentos e com o casamento de Ericina em Caiçara ficou sendo a sua substituta no grupo escolar em todas as suas licenças de gravidez, com isto Marta leva para Caiçara dos Rios dos Ventos seu ensino, que ia além da sala de aula, incluía os dramas (teatro na escola), cursos de flores, bordados, pinturas), nos períodos em que ia ser substituta da irmã em Caiçara, deixava como substituta em Picos Preto uma Irmã e assim levou a Arida Caiçara os alicerces de uma escola mais autônoma, pois passou a residir na própria escola, fato este criticado por se tratar de uma moça residindo sozinha em uma escola com apenas uma empregada. Era difícil entre as décadas de trinta e quarenta para uma jovem ter liberdade de sair, chegar, viver, ter seu salário, independente de seus pais ou tutores.
Excurso sobre a Escola Isolada de  Lajes
A Escola Isolada de Lajes e sua professora Marta Bezerra de Medeiros no contexto da educação primária seriada.
Escola criada pelo governador do Estado, Dr. Jose Varela em 1947 com a finalidade de suprir o déficit de instituições de ensino na cidade de Lajes, a grande demanda de alunos no grupo Escolar Pedro II, ampliando também o espaço opcional na busca do saber primário complementar e elementos.
De inicio funcionou na Praça Matriz de Lajes após na Rua Antônio Telmo (atual João Militão Martins) indo definitivamente para a casa/prédio da Rua Coronel Manoel Câmara, 64.
Sua professora e dirigente; Marta Bezerra da Cunha, jovem, paraplégica, excepcional que já conquistara através de seu esforço pessoal o título de professor do curso primário em 1945 quando lecionou nas Vilas de Pedra Preta o primeiro curso para  r adultos o que atualmente chamam de Projeto Educar e antes o Mobral e assumiu como professora substituta a escola isolada da sepra citada vila..
Pelo seu espírito pioneiro no ensino de adultos analfabetos Marta conquistou espaço perante o departamento de Educação do Estado do Rio Grande do Norte e de seus dirigentes e ficou livre das tantas perseguições políticas que frequentemente era comum aos educadores por conta dos currais eleitorais. Em 1932 Marta já lecionava na Escola de Nova Olinda, município de Lajes, aos 16 anos, e lá sofreu o ocidente que a colocou definitivamente em cadeiras de rodas.
Hoje se esta instituição de ensino(Escola Isolada de Lajes) ainda sobrevivesse chamar-se-ia Escola Estadual de Lajes, mas a mesma foi extinta concomitantemente com a aposentadoria da professora Marta Bezerra de Medeiros e durante trinta anos teve o privilégio de ser considerada pela população como um dos melhores estabelecimentos públicos da região graças ao esforço, responsabilidade vocação  e dedicação de Marta, como promotora de instrução, contribuindo na cultura e educação da cidade de Lajes.
Nesta escola isolada, a partir da década de 60 não era necessário a farda, não era necessário livro do ano, pois o livro era a própria professora, sua experiência em transmitir um saber, saber que hoje se analisamos era alienado, mas insistindo sempre para que o aluno crescesse, se tornasse um profissional, um professor, um padre, um médico ou advogado e trabalhasse em busca de mudanças em sua vida.
Para que farda? Marta reconhecia os problemas sociais e econômicos da população, afinal de pés no chão se aprende a ler, e aos bancos da escola eram freqüentados por todas as camadas da população, fora da sala de aula podia haver diferenças, mas sobre o olhar da professora Marta todos eram “queridos alunos”.
Procuro resgatar a história da educação na cidade de Lajes instigando um pouco de romantismo, para que seja repassado aos jovens de hoje a história de que uma vida vinculado ao trabalho institucional, a história de um ensino desvinculado do caráter autoritário do professor com o rigor absoluto, aquele que sabe de tudo e que reprime a todos, para poder repassar os conhecimentos. 
Quero lembrar as gerações, aqueles que foram ex-aluno de MartaBezerra   de  Medeiros   a lembrar de suas mãos carinhosas que conduzia tão bem as mãos virgens das primeiras letras a escrever ou desenhar seus pensamentos a qual assoletrar junto ao aluno, ouvindo de perto suas deficiências com um carinho tão empolgante que estimulava cada vez mais ao exercício das primeiras lições, e formando um vinculo de amor e afeto, através da vocação e dedicação apaixonada se processava a aprendizagem com a professora Marta Bezerra, já nas seguintes 2º, 3º ou 4º série, o esforço de ensinar português e matemática através da tabuinha por não conseguir chegar ao quadro, tantas metodologias, em que  todo o esforço era feito para que houvesse o feedback aluno professor, quantos, cartazes de história da pátria da geografia, confeccionada com amor e esperança de mostrar aos alunos um Brasil que crescia em busca do melhor; um  pouco de religião o pai nosso de todos os dias as 10 horas, um pouco de recreio.
E ao chegar na sala as 7 horas o sorriso simples, calmo, bonito um carmim  bem vermelho  sobre os lábios, rouge nas faces, lápis preto   ao redor dos olhos, uma rosa, um laço, um anel de ouro com pedra roxa (ametista) nos dedos, sapatos de saltos altos, um pequeno espelho, um bom vestido de ceda, linho, uma maletinha de madeira com os pertences e uma sacola de papeis.
Segundo excurso; os livros e o saber sistemático da professora marta Bezerra de Medeiros.

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