terça-feira, 27 de outubro de 2015

Que diremos, pois, diante dessas coisas?

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"Que diremos, pois, diante dessas coisas?" - Rm 8:31a

Essa frase foi proferida pelo apóstolo Paulo enquanto escrevia a epístola à igreja que estava em Roma. Uma frase de espanto, admiração e temor diante de Deus pela obra maravilhosa da Salvação, a qual foi planejada na eternidade, antes da criação dos céus e da terra.

A verdade que deixou Paulo maravilhado, em nossos dias é um tanto negligenciada, pois era para ele, e deve ser para nós também, motivo de regozijo!

Mas que verdade é essa? Que “coisas” são estas?

Nos versículos 29 e 30 nos é apresentado de forma sucinta a maravilhosa obra da salvação. De acordo com as Escrituras o próprio Deus já nos conhecia, não uma simples “previsão do futuro”, não uma “presciência morta” de simples observação, mas sim um relacionamento com aqueles a quem Ele havia de escolher, e de fato escolheu. E a esses (a quem escolheu) Deus predestinou a ser conforme a Imagem do Filho! “... o Senhor Jesus Cristo, Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso...” (Cf. Fp 3.20-21). Sim, Deus nos predestinou para a Salvação em Jesus Cristo!

De modo que a obra fosse completa e pudéssemos ter um relacionamento íntimo com ele, livres da culpa e do castigo pelo pecado, a esses que Ele “predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou.”

Paulo não levantou objeções quanto aos eternos decretos Deus, não acusou de injustiça o Justo Deus por haver predestinado seus escolhidos, e muito menos por haver escolhido para salvação a quem lhe aprouve! Ao contrário, teve uma postura humilde diante de Deus, e o glorificou dizendo: “QUE DIREMOS, POIS, DIANTE DESSAS COISAS?”.

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