segunda-feira, 22 de julho de 2013

PROJETO DE LEI DEFENDE O REPASSE DE RECURSOS AOS MUNICÍPIOS QUE INCENTIVAM O PLANTIO DE ÁRVORES

compartilhar Plantar árvores será algo lucrativo para as prefeituras. Os Municípios que tiverem uma árvore para cada habitante receberão o selo Árvore do Bem, e com ele terão privilégios na captação de recursos para os setores de Saneamento, Infraestrutura, Habitação, Saúde, Educação e Transporte.

Esses privilégios estão previstos no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 52/2013, que chegou ao Senado Federal na semana passada. Agora cabe aos senadores analisarem e votarem a proposta que almeja reconhecer a ação de governos municipais em prol do Meio Ambiente.

De acordo com o PLC, o selo seria concedido pelo governo federal. A quantidade de árvores será contada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e deverá ser igual ao número de habitantes contabilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As árvores, preferencialmente nativas, devem estar nas áreas urbanas, como vias, praças e demais logradouros públicos. As plantadas em áreas privadas, nos parques e em unidades de conservação não serão consideradas.


As informações foram divulgadas no site da CNM.




Por MAYKON OLIVEIRA

SENTOU NO CAIXÃO E BEBEU UM COPO DE ÁGUA

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Criança acorda e pede água no meio de seu velório
Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.
Uma criança de dois anos acordou, sentou no caixão e bebeu um copo de água durante seu próprio velório no sábado, em Belém, segundo parentes e pessoas presentes no local. Depois disso, o menino Kelvys Simão dos Santos foi levado para o hospital, mas chegou morto.
A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte”, mas, na ilha de Cotijuba, em que o fato ocorreu, há quem diga que foi um milagre ou algo sobrenatural. Havia cerca de 50 pessoas no velório.
veja vídeo:

Kelvys foi internado em um hospital estadual com febre e falta de ar na sexta-feira. À noite, o hospital constatou a morte da criança. A declaração de óbito aponta como causa da morte insuficiência respiratória, broncopneumonia e desidratação.
As cavidades de seu corpo foram tamponadas e Kelvys foi colocado em um “lençol de cadáver”, que é uma espécie de saco plástico, para depois ser levado à funerária.
Segundo o hospital, ele passou cerca de três horas sem poder respirar. A família, porém, diz que retirou os algodões de suas narinas e boca e abriu o saco plástico.
Durante o velório, segundo a pastora Maria Raimunda Batista, ele “estava se mexendo o tempo todo”.
O pai do menino, o agricultor Antônio dos Santos, diz que por volta das 14h as pessoas presentes começaram a fazer massagem cardíaca no menino, até que ele cuspiu restos de algodão que haviam sido colocados em sua boca.
Logo depois, diz, o menino sentou no caixão e disse “Pai, água”.
“O povo entrou em pânico, a avó dele desmaiou. O pai e a mãe dele ficaram muito felizes”, disse a pastora. O menino foi levado ao hospital imediatamente, segundo o pai, mas já chegou morto.
 
INVESTIGAÇÃO
 
O pai do menino diz acreditar que a criança reagiu aos medicamentos que haviam sido dados no hospital na tentativa de ressuscitá-lo depois que o óbito já havia sido declarado, e por isso acordou no velório.
A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado.
De acordo com a Polícia Civil, a depender dos depoimentos colhidos na fase preliminar da investigação pode ser determinada a abertura de inquérito e feito o pedido de exumação.
O hospital deixou a investigação a cargo da polícia. “Se a criança estivesse viva, ela não ia aguentar ficar tanto tempo tamponada. Por isso que achamos estranho e queremos também uma explicação”, afirmou a diretora do Hospital Regional Abelardo Santos, Vera Cecim.
 
 
Fonte: Conexão Noroeste 

Serie Fauna da Caatinga: TATUPEBA

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O tatupeba (Euphractus sexcinctus (L.)), também conhecido como peba, papa-defunto, tatupoiú, tatu-de-mão-amarela, tatu-cascudo, tatu-peludo e peludo, é um tatu encontrado do Suriname ao Norte da Argentina
Tal espécie possui coloração amarronzada, carapaça provida de pelos esparsos, com seis ou oito cintas de placas móveis e cabeça cônica e achatada. É um animal notívago, solitário e onívoro, alimentando-se de uma vasta gama de plantas e animais, inclusive carcaças, o que lhe confere a possibilidade de transmitir o botulismo, uma doença importante na bovinocultura. Ocupa campos, cerrados e bordas de florestas, onde escava túneis para se esconder. É notória, na região da Caatinga e  Cerrado, a ideia de que o tatupeba se alimenta dos cadáveres dos cemitérios.
Etimologia
"Tatupeba" e "peba" são originários do tupi tatu'pewa, "tatu chato". "Papa-defunto" é uma referência à crença popular de que a espécie se alimenta de cadáveres. "Tatu-peludo" e "peludo" são referências à pelagem densa da espécie. Sexcintus, traduzido dolatim, significa "seis cintas": é uma referência à sua carapaça, que, geralmente, é dividida em seis cintas de placas móveis

O Peba é encontrado também em boa parte de nosso município, se bem em que quantidade cada vez menor, isso devido à caça predatória.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Igrejas e pregações "algodão-doce"

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"Infelizmente, em um número alarmante de igrejas, hoje o povo de Deus está a ouvir o que deseja ouvir, e não o que precisa ouvir. Essas pessoas estão a receber leitinho na boca em vez de serem desafiadas a digerir alimento sólido. [...] Até hoje não encontrei nenhuma passagem bíblica em que Deus demonstrasse qualquer preocupação com o aumento da audiência como objetivo da igreja. Satisfazer a curiosidade, a coceira nos ouvidos da nossa audiência pós-moderna é um exercício de futilidade. É como ingerir algodão-doce: pode ser muito doce, mas não tem nenhum nutriente."

 

fonte: http://cantodojo.blogspot.com.br/

In: Charles Swindoll. A Igreja desviada. São Paulo: Mundo Cristão, 2012, pp. 107, 108 (Pt). 

Papa endurece penas contra pedofilia e lavagem de dinheiro

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Definição de delitos contra menores foi ampliada. Documento também introduz o crime de tortura
Definição de delitos contra menores foi ampliada, além da introdução do crime de tortura
O Papa Francisco aprovou nesta quinta-feira (11) um decreto que endurece as sanções penais a quem cometer abusos contra menores na Santa Sé e na Cúria – uma reforma do código penal do Estado da Cidade do Vaticano que introduz o crime de tortura e reforça e amplia a definição dos delitos contra menores, entre eles a pornografia infantil e o abuso sexual.
O texto inclui “o conjunto da categoria dos crimes contra os menores: a venda, prostituição, recrutamento e violência sexual contra eles, a pornografia, a posse de material pornográfico e os atos sexuais com menores”.
Em abril, o pontífice pediu uma atuação com “determinação” contra os abusos sexuais cometidos pelo clero. Esta foi a primeira vez que o Papa argentino falou diretamente e de maneira pública sobre os abusos sofridos durante décadas por dezenas de milhares de crianças.
A nova legislação vaticana também prevê a possibilidade de que os tribunais da Santa Sé julguem “crimes cometidos contra a segurança, os interesses fundamentais e o patrimônio da Santa Sé”.
Também introduz na legislação vaticana as quatro convenções de Genebra contra os crimes de guerra, a convenção internacional sobre a eliminação de qualquer forma de discriminação racial, a convenção contra e tortura e os tratamentos desumanos e degradantes, além da convenção de 1989 sobre os direitos da criança.
O “motu proprio” (decreto) do Papa prevê ainda “a adoção de medidas de cooperação adaptadas às convenções internacionais mais recentes” em termos de cooperação judicial entre o Vaticano e os outros Estados.
“Em nossa época, o bem comum está cada vez mais ameaçado pela criminalidade transnacional e organizada, pelo uso inapropriado do mercado e da economia e do terrorismo”, destaca o pontífice na introdução do decreto.
O Papa também anula a pena de prisão perpétua, que será substituída pela reclusão a 30 ou 35 anos.
Todas as normas entrarão em vigor a partir de 1º de setembro.
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Fonte: G1
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