domingo, 24 de fevereiro de 2013

Tantos lobos que por aí andam...

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Já diz o ditado, "Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele."

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Secretaria Municipal de Educação realizou Jornada Pedagógica 2013 em Caiçara do Rio do Vento

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Professores da rede municipal de ensino participaram nos dias 20, 21 e 22 do corrente, da jornada pedagógica com vista ao início do ano letivo 2013, previsto para o dia 4 de março. Contando com bom número de participantes, o evento tratou de pontos pertinentes para melhoria da qualidade de ensino e desenvolvimento da profissão.
Mediante o tema, Ensino: Inovar é preciso, foram abordados pontos referentes a importância da parceria da família como corresponsável no processo de educar, docência: O amor de forma prática. Construindo o espirito coletivo e relações interpessoais.
O evento culminou com a atitude inovadora por parte da gestão municipal quanto da disponibilização do Kit do Professor, composto por vários ítens necessários a prática docente, tudo voltado para melhor desempenho das atividades dos profissionais.

ÍTENS DO KIT:

Caderno capa dura personalizado
Caneta esferográfica azul, vermelha e preta
Uma Cola bastão
Uma Tesoura pequena sem ponta
Pendriver de 4 g
Lapiseira 0,7 mm
Um Grafite 0,7 mm
caixa de Clips médio com 100 un.
Estojo para giz com apagador
Régua 30 cm
Pasta com elástico
Conjunto de pincel atômico duas cores
Fita adesiva 3 m
Abastecedor de quadro branco azul
Uma resma de Papel ofício A4
 

Cientistas brasileiros exumam restos mortais de D. Pedro I e suas mulheres

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Foi a primeira vez que o corpo do imperador do Brasil passou por análise.

Arqueóloga disse que exames foram feitos em hospital paulistano em 2012.

Tomografia de D. Pedro I, após processo de "decapagem". (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)Tomografia dos restos de
D. Pedro I (Foto: Divulgação/
Valter Diogo Muniz)
Cientistas brasileiros exumaram pela primeira vez para pesquisa os restos mortais de D. Pedro I, o primeiro imperador brasileiro, além de suas duas mulheres, as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia.
A exumação fez parte do trabalho de mestrado da arqueóloga e historiadora Valdirene do Carmo Ambiel, que defendeu nesta segunda-feira (18) sua dissertação no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com Valdirene, os exames foram realizados em 2012 – entre fevereiro e setembro. Ela afirma que obteve em 2010 autorização de descendentes da família real brasileira para exumar os restos mortais. No entanto, negociações para que isto ocorresse iniciaram anos antes. “De forma oficial, esse trabalho começou a acontecer em 2010, mas ele se iniciou mesmo há oito anos”, explicou Valdirene ao G1.

Os exames foram realizados no Hospital das Clínicas de São Paulo e contaram com a ajuda de especialistas da Faculdade de Medicina da USP.

Transporte feito de madrugada
Segundo informações do site do jornal "O Estado de S. Paulo", um esquema de segurança foi montado para transportar as urnas funerárias de madrugada desde a cripta imperial, no Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, até o local dos exames, em Cerqueira César, onde, sob sigilo, os esqueletos foram submetidos a ultrassonografias e tomografias.
O site do jornal informa ainda que as análises revelaram que D. Pedro I fraturou ao longo de sua vida quatro costelas do lado esquerdo, consequência de dois acidentes -- uma queda de cavalo e quebra de carruagem. Isso teria prejudicado um de seus pulmões e, consequentemente, agravado uma tuberculose que causou sua morte aos 36 anos, em 1834. Ele media entre 1,66 m e 1,73 m e foi enterrado com roupas de general.
Exumação de D. Pedro I (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)Exumação de D. Pedro I (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)
O "Estado" informa que a exumação dos restos mortais de Dona Leopoldina contradiz a história de que a então imperatriz do Brasil teria fraturado o fêmur após Dom Pedro I tê-la empurrado de uma escada do palácio Quinta da Boa Vista, então residência da família real, localizada no Rio de Janeiro. No exame, não foram encontradas fraturas.
Imperatriz mumificada
Dona Amelia surpreendeu por estar mumificada (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)Dona Amelia surpreendeu por estar mumificada (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)
No caso da segunda mulher do primeiro imperador do país, Dona Amélia, segundo noticia o "Estado", os cientistas se surpreenderam ao ver que a imperatriz foi mumificada e tinha partes do seu corpo preservados, como cabelos, unhas e cílios. Um crucifixo de madeira e metal foi enterrado com ela.
Relevância
De acordo com Astolfo Gomes de Mello de Araújo, professor de Arqueologia do MAE/USP e um dos orientadores do trabalho de Valdirene, a exumação dos corpos de parte da família real brasileira é importante para entender melhor o período imperial que o país viveu, que, segundo ele, é tratado com relativamente pouca relevância.
“O Brasil, de uma maneira geral, tem uma memória histórica curta (...) O trabalho mostrou que havia ali dados importantes, além de derrubar a dúvida de que ali pudessem não estar enterrados os restos mortais”, disse Araújo, referindo-se ao Monumento da Independência, cripta imperial localizada em São Paulo, onde estão as urnas funerárias.
Detalhe das mãos de D. Amélia segurando um crucifixo (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)Detalhe das mãos de D. Amélia segurando um crucifixo (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)
Ele disse que medalhas e comendas que foram enterradas com D. Pedro I foram recuperadas durante a análise das urnas funerárias. Segundo o professor, esses materiais passam por restauração e estão atualmente em posse do Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura de São Paulo. “Esse material foi recolhido e deve ser exposto”, explica.
O orientador ressaltou ainda a importância da obtenção das autorizações para a exumação, tanto de integrantes da família real brasileira, quanto do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Que isto sirva de exemplo até para outros países, onde há cada vez mais tabu em relação ao estudo de restos humanos (...) As pessoas acham que os restos mortais não podem ser manipulados. Isso é um retrocesso total, porque ali há informações importantes. Os restos humanos são tratados com respeito”, disse.
D. Leopoldina passa por tomografia (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)D. Leopoldina passa por tomografia (Foto: Divulgação/Valter Diogo Muniz)
 
fonte: G 1

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Mosquito da dengue criou resistência a repelente, diz pesquisa

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Cientistas lançam alerta sobre necessidade de desenvolver alternativas ao DEET, princípio ativo comum em repelentes
JJ Harrison/Wikimedia Commons
Pesquisa destaca necessidade de desenvolver novos repelentes

Uma pesquisa conduzida por cientistas na Grã-Bretanha revelou que o mosquito da dengue aparentemente desenvolveu resistência a um princípio ativo presente na maioria dos repelentes atualmente comercializados no mundo, inclusive no Brasil.
A substância, conhecida como DEET, ou dietiltoluamida, é largamente empregada em repelente contra insetos, combatendo mosquitos, pernilongos, muriçocas e borrachudos. O composto age interferindo nos receptores sensoriais desses animais, inibindo seu desejo de picar o usuário.
O estudo, divulgado pela publicação científica Plos One, analisou a reação de mosquitos da espécie Aedes aegypti, vetores da dengue e da febre amarela, à substância. Os cientistas concluíram que, ainda que inicialmente repelidos pelo composto químico, os insetos depois o ignoraram.

Eles recomendaram que governos e laboratórios farmacêuticos realizem mais pesquisas para encontrar alternativas à DEET.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é hoje a doença tropical que se propaga mais rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, sua incidência aumentou 30 vezes, o que pode transformá-la em uma pandemia, advertiu o órgão.

Isca
Para provar a eficácia da DEET os cientistas pediram a voluntários que aplicassem repelente com DEET em um braço e soltaram mosquitos.

Como esperado, o repelente afastou os insetos. No entanto, poucas horas depois, quando ofereceram aos mesmos mosquitos uma nova oportunidade de picarem a pele, os cientistas constataram que a substância se mostrou menos eficiente.

Para investigar os motivos da ineficácia da DEET, os pesquisadores puseram eletrodos na antena dos insetos.

"Nós conseguimos registrar a resposta dos receptores na antena dos mosquitos à DEET, e então descobrimos que os mosquitos não eram afetados pela substância", disse James Logan, da London School of Hygiene and Tropical Medicine, instituição que realizou o estudo.

"Há algo sobre ter sido exposto ao composto químico pela primeira vez que muda o sistema olfativo dos mosquitos. Ou seja, a substância parece mudar a capacidade dos mosquitos de senti-la, o que a torna menos eficiente", acrescentou.

Uma pesquisa anterior feita pela mesma equipe descobriu que as mudanças genéticas em uma mesma espécie de mosquito podem torná-los imunes à DEET.

"Os mosquitos evoluem muito rapidamente", disse ele. "Quanto mais nós pudermos entender sobre como os repelentes funcionam e os mosquitos os detectam, melhor poderemos trabalhar para encontramos soluções para o problema quando tais insetos se tornarem resistentes à substância".

O especialista acrescentou que as descobertas não devem impedir as pessoas de continuarem usando repelentes com DEET em áreas de alto risco, mas salientou que caberá aos cientistas tentar desenvolver novas versões mais efetivas da substância.

Para complementar o estudo, os pesquisadores britânicos agora planejam entender por quanto tempo o efeito dura depois da primeira exposição ao composto químico.

A equipe também deve estudar o efeito em outros mosquitos, incluindo espécies que transmitem malária.

Brasil
No Brasil, a dietiltoluamida está presente na maioria dos repelentes encontrados à venda. Produtos com termetrina e citronela também podem ser achados, mas em menor número.

Não é a primeira vez, entretanto, que a substância causa polêmica.
No ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu à consulta popular uma proposta de resolução para assegurar a segurança e a eficácia dos repelentes a ser adotada pelos fabricantes.

No documento, cujo objetivo era disciplinar o comércio desse tipo de produto, o órgão determinava, por exemplo, a proibição do uso de repelentes com DEET em crianças menores de dois anos, além de informar sobre a necessidade de um estudo prévio para produtos com dosagem acima de 30% para um público acima de 12 anos. Em altas dosagens, especialmente em crianças, repelentes com DEET podem ser tóxicos.

Em entrevista à BBC Brasil, Jorge Huberman, pediatra e neonatologista do Hospital Albert Einstein e diretor do Instituto Saúde Plena, sugeriu alternativas ao uso de repelentes com DEET.

"É comum que depois de algum tempo os mosquitos adquiram certa imunidade ao produto, ainda que sejam necessários mais estudos para comprovar tal tese", explicou.

"Como alternativa, as pessoas podem usar repelentes com citronela e tomar complexo B, cujo cheiro desagrada os mosquitos, além, é claro, de usar mosquiteiros", disse.

fonte: BBC Brasil

Profecias apocalípticas voltam à tona após renúncia do papa

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Teorias atribuídas a São Malaquias e Nostradamus preveem fim do mundo e ruína do catolicismo. Mas será que previsões resistem a uma avaliação racional?

Reprodução
Nostradamus: quadras foram escritas como retrato de seu próprio tempo
Sempre comentadas e cercadas de mistérios, as profecias sobre o fim do mundo ganham força quando ocorre algum fato ou fenômeno de grande repercussão – como o suposto fim do calendário maia em dezembro passado. Na última semana, após o anúncio da renúncia dopapa Bento 16, que acontecerá no fim de fevereiro, não tardaram a circular teorias com as piores previsões possíveis, do fim do mundo ao fim do catolicismo. Mas será que alguma delas resiste a uma avaliação racional?
Uma das profecias, atribuída a São Malaquias, afirmaria que o próximo papa seria o último antes da destruição de Roma e do fim do catolicismo. A previsão é baseada em um documento que teria sido escrito pelo bispo Malaquias, no século 12, com 112 breves descrições sobre cada um dos papas que a igreja teria, a partir do ano de 1.143. Na interpretação, a divisa 111 refere-se a Bento 16 como o penúltimo a comandar a igreja. Já o lema de número 112 falaria sobre o último pontífice a exercer o cargo, nomeado como “Petrus Romano”, ou Pedro Romano.
O escritor Wilson A. De Mello Franco, autor de mais de 30 livros digitais sobre profecias, acredita que o nome Pedro é uma indicação de que o próximo papa possa ser Peter Turkson, cardeal de Gana, o que levaria a igreja a ter o primeiro pontíficie negro.
AP
Bento renunciou ao cargo durante o carnaval. Nas semanas seguintes, teorias da conspiração encheram as redes sociais
No entanto, para a socióloga Brenda Carranza, pesquisadora na área de sociologia da religião e autora do livro “Catolicismo Midiático” (Ideias & Letras, 2011), a possibilidade de ter um papa negro não se trata de profecia, mas de uma alternativa real. “Existem, sim, africanos que teriam condições de se tornarem papas. O que não tenho tanta certeza é que seja o momento no jogo de forças instituicionais que este critério prevaleça”, analisa.
De qualquer maneira, as profecias são contestadas. O teólogo e filósofo Jung Mo Sung, professor de ciências da religião da Universidade Metodista, diz que é preciso cautela quando se fala no documento atribuído a São Malaquias, pois há dúvidas sobre a autenticidade do conteúdo. “Há uma discussão se o texto é verdadeiro ou se seria uma falsificação feita no século 16”, comenta.
Para o padre e professor Valeriano da Costa, diretor da Faculdade de Teologia da PUC-São Paulo, a previsão atribuída ao santo não tem comprovação científica, nem bíblica. “Eu não conheço nenhum texto de profecia de São Malaquias e duvido que isso tenha um fundamento verdadeiro”, diz. Segundo Costa, as teorias sobre o fim da humanidade na igreja católica se baseiam apenas em trechos da Bíblia. “A escritura diz que um dia chegará o final dos tempos, mas este dia é insondável”, afirma o religioso.
Nostradamus: adivinho do futuro?
Outra profecia sempre recorrente é a de Nostradamus. Em “As Centúrias”, o médico que viveu no século 16 teria escrito versos agrupados em quatro linhas (chamados de quadras), que conteriam previsões codificadas sobre fatos do futuro. Entre elas, ele teria revelado a Revolução Francesa, a ascensão de Hitler e o fim do fascismo na Itália.
A respeito do futuro da igreja também haveria previsões. No entendimento de Mello Franco, a quadra de número 99 falaria da mudança de sede da igreja, que deixaria Roma e iria possivelmente para Jerusalém. “As quadras de Nostradamus são como a página de um livro recortada em vários pedaços. Existe um código ali que precisa ser montado e que gera interpretações. Não é determinismo”, admite.
Embora muitos acreditem no “acerto” das profecias de Nostradamus, o filósofo Jung Mo Sung diz que ele não pode ser visto como um “adivinho do futuro”, mas, sim, um escritor que fazia uma espécie de crítica do que estava acontecendo na época. Para ele, as quadras são analisadas de diversas maneiras, dependendo do olhar de cada um. “Uma palavra pode ser interpretada de 50 mil jeitos. Pegam-se frases obscuras e começam a criar relações”.
Reprodução
Raio na Basílica no mesmo dia da renúncia: tempestades são comuns nesta época do ano em Roma
O historiador André Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, também ressalta que é preciso considerar o contexto de cada previsão. “Para nós, as profecias podem soar um tanto quanto sem base, lidas ou ditas por pessoas carentes de um referencial científico. No entanto, os profetas têm o seu valor por retratarem o cenário de uma época”, diz.
Desta forma, Chevitarese explica, Nostradamus e outros denominados profetas devem ser encarados como pessoas que faziam o retrato de um período da história. “As ditas profecias de São Malaquias mostram, por exemplo, uma época que a igreja católica tinha um papel decisivo e predominante. Ele defendeu a ideia de que sem um papa o mundo cairia em um abismo violento”.
Sinal dos céus?
Para quem crê em profecias, até mesmo a queda de um raio em cima da Basílica de São Pedro, no Vaticano, algumas horas após o anúncio da renúncia do papa Bento 16, pode ser vista como um sinal sobrenatural.
O fato é que o fenômeno meteorológico é comum nesta época do ano em Roma, que costuma ter invernos chuvosos. No dia 11 de fevereiro, uma tempestade caiu na região, e veio acompanhada de raios. “Foi uma absoluta coincidência”, diz Joselia Pegorim, meteorologista do Climatempo. “Normalmente, o que acontece é que descargas elétricas são atraídas por elementos pontiagudos, como o que tinha no alto da cúpula da igreja”, esclarece a especialista

fonte: IG

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Cumprir a carreira até ao fim

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Onde é que está escrito na Bíblia que os apóstolos Pedro, Tiago, João, Paulo e outros líderes tiveram a coragem e a grandeza de renunciarem ao Ministério para o qual Deus os tinha chamado? Em lado nenhum. Depois de muito sofrer, e sabendo pelo Espírito Santo que mais ainda iria padecer, o apóstolo Paulo em Mileto, chamou os Anciãos da Igreja em Éfeso e disse-lhes:"Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus." (Atos 20:24). O grande ensejo de Paulo era cumprir a carreira e o ministério de Jesus até ao fim da sua vida, independentemente das limitações, espinhos, lutas e sofrimentos. Diz a tradição histórica que o apóstolo João morreu muito velho, a escrever, a aconselhar e a pastorear, juntamente com os outros anciãos, a igreja de Éfeso.

E Jesus? Eu nem quero imaginar a desgraça que tinha sido, se Jesus tivesse renunciado ao seu Ministério e ficasse em oração no Getsémani até ao final dos seus dias.

São precisamente estes grandes Homens (e uns poucos mais) que continuam a ser a minha referência de fé, vida, liderança e ministério. Sabendo que ficarei sempre a léguas do exemplo das suas vidas, oro para que Deus me ajude a imitá-los.



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ex-globeleza é evangélica e não quer mais saber de carnaval

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Às vésperas do carnaval muitos lembram da famosa Globeleza Valéria Valenssa. Mas, a mulher de Hans Donner, virou evangélica e este ano passará o feriado em Búzios (RJ). A mudança de comportamento é visível quando ela é questionada se não sente saudades da folia.

“É uma festa linda, mas hoje tenho esta alegria durante todo o ano no meu coração. Era um preparo muito puxado e durante os 15 anos de Globeleza, realizei e o ciclo fechou. Hoje, me dedico a minha família”, diz a mulata, que chegou a recorrer a cirurgia plástica para afinar a silhueta quando foi dispensada da Globo em 2004.

Na época, a Globo decidiu buscar uma nova Globeleza depois que Valéria teve seu segundo filho e estava 10 kg acima do peso. Com a cirurgia, ela perdeu 12 num período de dois meses, mas não teve jeito.

Segundo matéria publicada no jornal Extra, Valéria também prega em culto evangélico. Ela é mãe de João Henrique e José Gabriel.

Fonte: Extra

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O milagre do novo nascimento

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"O novo nascimento consiste em muito mais do que somente derramar algumas lágrimas de remorso temporário por causa do pecado. 

É muito mais do que mudar o curso da vida; é mais do que substituir maus hábitos por bons costumes. É algo diferente do mero prezar e praticar ideais nobres. Vai infinitamente além do facto de vir à frente e apertar a mão de algum evangelista popular, assinar um cartão de compromisso e filiar-se a uma igreja. 

O novo nascimento não é apenas uma renovação de boas intenções e virar uma nova folha; é antes o início e a recepção de uma nova vida. Não é uma simples reforma; é uma completa transformação. Em poucas palavras, o novo nascimento é um milagre, o resultado da operação sobrenatural de Deus. É algo radical, revolucionário, duradouro."

A. W. Pink

EUA: menino de 7 anos é detido e algemado por roubo de US$ 5

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Um menino de 7 anos foi detido pela polícia e interrogado durante pelo menos cinco horas após uma briga em uma escola do bairro do Bronx, em Nova York, nos Estados Unidos, por supostamente ter roubado US$ 5 de outra criança.
Segundo o jornal The New York Post, os fatos ocorreram em 4 de dezembro de 2012, mas só vieram à tona agora, depois que a família do menor apresentou um processo de US$ 250 milhões contra a cidade e a polícia de Nova York por esta reação “exagerada”.

O menino hispânico Wilson Reyes foi detido após discutir com outra criança no pátio do colégio, que o acusou de ter lhe roubado US$ 5 que haviam caído no chão.

A família relatou que quando os agentes chegaram à escola, algemaram o menor, o detiveram em um quarto durante quatro horas e o levaram à delegacia, onde o interrogaram outras seis horas.

No entanto, fontes policiais citadas por este jornal asseguraram que Wilson foi tratado como qualquer outro jovem suspeito e não foi interrogado durante dez horas, mas permaneceu na delegacia menos de cinco horas.

Segundo os documentos apresentados pela família no processo, esta reação policial foi “exagerada” porque trataram o menor como um “assassino”.

“Foi algemado, abusado física e emocionalmente, intimidado, humilhado, envergonhado e difamado”, declararam.

A mãe de Wilson contou que quando sua irmã e ela foram à delegacia buscar o menino, em um primeiro momento não lhes deixaram vê-lo e quando o puderam ver, a criança estava “assustada, sentada em uma cadeira em mal estado e com o pulso esquerdo algemado à parede”.

Além disso, relatou que o menor estava chorando e muito assustado e, por isso, tiraram uma foto da cena como prova do suposto abuso.

A polícia não interpôs nenhuma acusação contra o menor e, segundo assinalou a família de Wilson, outro companheiro de colégio confessou posteriormente ter roubado os US$ 5.

Fonte: G1
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